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Coprofagia canina: Como evitar?
Coprofagia canina: Como evitar?
22-03-2012-17-20-03-ilustra-caoO ato de comer fezes é no mínimo repugnante para a espécie humana. Nós nunca desejamos comer fezes sejam as nossas, de outras pessoas ou animais, certo? Só que no mundo animal, mais especificamente no âmbito canino o ato de comer fezes é dito como eticamente normal.  Vou explicar. Para  os cães faze-los é na maioria das vezes extinto de “sobrevivência”. Um exemplo claro disso é a deficiência nutricional.
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As fezes são nutrientes que o nosso  corpo (organismo deles) rejeitou por não precisar mais entre outras coisas. E na cabeça do nosso melhor amigo se está faltando no seu organismo, os nutrientes presentes nas fezes podem ser reaproveitados. De fato elas podem ser consideradas até apetitosas aos cães.

Quando sintoma de um problema maior

Como falamos a coprofagia é normalmente problema de ingestão de nutrientes e apesar de normalmente ser um “desvio de comportamento” há aspectos clínicos que devem ser avaliados, tais como sugere a Revista Veterinária:
“Insuficiência pancreática exócrina, enteropatia inflamatória, parasitismo intestinal, hipertireoidismo, diabetes, hiperadrenocorticismo, deficiência nutricional, anemia por deficiência de ferro e doenças neurológicas são algumas das causas clínicas a serem citadas.”
Para descartar qualquer causa clínica você deveria levar o seu melhor amigo para um exame. Caso ele apresente alguma dessas patologias, sob tratamento a coprofagia deverá cessar.  Ainda no âmbito veterinário comportamental é importante citar que as fêmeas lactantes, para manter o ambiente sempre limpo adicionado com a fraqueza após o parto comem as fezes do filhote. Esse comportamento é normal e psicologicamente saudável, portanto deve ser ignorado.

Faça e observe

A principal suspeita nesses casos é a deficiência nutricional como falamos.  Então a primeira coisa a se fazer é olhar para o que ele está comendo.  Reveja alguns aspectos como:
  • Tipo de ração: A ração que você fornece é adequada ao seu cachorro?
  • Várias vezes ao dia é melhor: Cães que comem uma vez ao dia não absorvem todos os nutrientes presentes no alimento fornecendo assim “cocozinhos deliciosos” cheios de nutrientes não digeridos. Um grande convite ao banquete é lançado.

De pai para filho

Filho de peixe, peixinho é“. Essa expressão popular ajuda a explicar uma das prováveis causas da coprofagia, a imitação. O cachorro tende a te seguir como seu líder. Se você limpa as fezes na sua frente ele entende que o cocô não pode ficar ali e para lhe agradar pode estar comendo as fezes para deixar o ambiente limpo como você faz. O jeito mais fácil de eliminar esse comportamento é não limpá-las mais na sua frente. Interessante, não?

Fezes como droga canina

Imagine uma pessoa infeliz, que recorre às drogas para se sentir bem novamente. Agora, no lugar da pessoa, pense em um cachorro e a droga pelas fezes e terás o entendimento da causa. Se o seu animalzinho não tem convívio social e não há brinquedos para se divertir, sua imaginação começa a fluir e até o cocô é atrativo para brincadeiras, até depois virar um belo petisco. Se isto ocorre em sua casa, a “reabilitação” com brinquedos aliados a “apadrinhamento” da higiene e pequenos petiscos devem acabar com a dependência  da “cococaina”.

Sofrimento Compensatório

As vezes o pet faz isso para chamar a atenção. No lugar de brigar, quando ele se aproximar, brinque com ele, passeie, faça carinho.

Layout é importante

Em muitos casos o comportamento é desencadeado por falta de espaço ou higiene do animal.  Se você notar, os cães não fazem as suas necessidades perto da onde comem e dormem. Isso porque faz parte do princípio de higiene deles. Portanto reveja se os potes de comida não ficam perto do local proposto para a evacuação. Colocá-los distante um do outro ajuda na prevenção de novos acidentes.
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fonte: Cão Feliz

Cão destruidor: O que fazer?
Cão destruidor: O que fazer?

cao-destruindo-a-casa-10548Algumas raças de cães são mais ativas que outras. Por consequência, há um número considerável de animais que possa apresentar um comportamento destrutivo. Os do grupo Terrier, por exemplo, têm em seu sangue o impulso de serem grandes caçadores, o que somado à falta de atividade, disciplina e presença constante de um líder, pode desencadear a ansiedade do cão e torná-lo um destruidor.

No entanto, com paciência e um pouco de dedicação, é possível melhorar bastante o convívio entre o pet e os objetos e móveis da casa. É o que afirma o especialista em comportamento canino do Núcleo Pet, Jorge Pereira. “É importante que o dono desenvolva atividades físicas e psicológicas com o cão para que ele não fique muito tempo ocioso”, comenta o adestrador. “Como costumo dizer, ‘cachorro cansado não tem tempo de fazer arte’”, brinca.

No caso de cães que têm hábito de roer objetos plásticos, como para-choques, retrovisores, etc., o comportamento inadequado pode estar ligado a estímulos aos quais eles foram submetidos quando filhotes. Brinquedos plásticos, tais como garrafas pet e bolas, são alguns exemplos. “Muito comuns também são os cachorrinhos muito brincalhões que consideram tudo o que acham pela frente um brinquedo em potencial: um sapato italiano, uma bela bolsa, um celular, entre outras coisas”, comenta o especialista.

Ainda segundo Jorge, nestes casos é importante que o cãozinho tenha uma rigorosa rotina de atividades, com muitos exercícios, e que o tutor brinque com ele e utilize brinquedos de alta resistência, com formato anatômico, que não machucam a boca do cachorro, e que ele possa brincar bastante e se divertir.

Há também casos em que os animais são destrutivos por conta de um distúrbio de comportamento, que são considerados os mais complicados de serem resolvidos. Cães que só destroem as coisas quando seu tutor sai e, quando ele volta e se depara com a bagunça, o pet demonstra arrependimento, é um exemplo do distúrbio comportamental. “Estes casos, muitas vezes, estão ligados à síndrome da separação.

Isso acontece quando o cão é levado para todo lugar em que o dono vai e, quando ele se vê longe da pessoa que lhe traz conforto e segurança, ele utiliza ferramentas para chamar atenção e conseguir o que quer”, comenta Jorge. “Quando ele destrói algo, quem ele quer vai aparecer, mesmo que seja para brigar com ele. E tem outra coisa, o dono não vai mais deixá-lo sozinho e isso é tudo que ele quer”, completa.

Estabelecer disciplina para o amigo de quatro patas é o primeiro passo para resolver o problema. Segundo Jorge, uma das técnicas é realizar saídas curtas, indo e retornando rápido, para o dono mostrar que não vai abandoná-lo. Depois disso, ir aumentando gradativamente as saídas, até que o pet fique tranquilo mesmo sem a presença humana.

Em situações mais complexas, quando o animal sofre de fobia ou ansiedade, ele apresenta muito medo ou realmente pavor de algumas coisas, ou até mesmo de sons. Em alguns casos, além de destruir tudo que está ao seu alcance, o cão também corre um grande risco de se machucar, já que entra em um estado de pânico profundo. “Nestes casos é importantíssimo um trabalho em conjunto, entre um comportamentalista e um veterinário que também tenha conhecimento em comportamento”, comenta o especialista, que completa dizendo que “receitas milagrosas ou treinamentos que resolvem tudo em dois minutos não funcionam, pois muitos desses cães têm apenas uma melhora momentânea em seu comportamento, quando na verdade eles precisarão de acompanhamento constante”.

Sempre que o cão apresentar um comportamento estranho ou diferente, é necessário levá-lo a um veterinário de confiança. Depois de descartada qualquer possibilidade de o mascote estar com algum problema de saúde, o dono deve procurar um profissional para ajudá-lo a resolver um problema de comportamento.

fonte: PetMag

Cuidados com seu Pet no Verão
Cuidados com seu Pet no Verão

Donos devem levar cachorros para passear antes das 10h e após as 18h. Gatos devem ter mais fontes de água à disposição, diz veterinária.

 

Cachorros e gatos de estimação exigem cuidados extras em dias de calor e de sol. O consumo de água, o tamanho dos pêlos, o local onde o animal dorme, o uso de ventiladores, tudo deve ser bem observado pelos donos no verão.

Os passeios, no caso dos cães, devem ser feitos em horários em que o sol não esteja tão forte. Uma orientação para evitar o sol é levar o pet para passear antes das 10h e após as 18h, afirma Maurício Duarte, médico veterinário do Hospital Cães e Gatos de Osasco, na Grande São Paulo.

“É importante ficar atento para o caso de cachorros de focinho curto, de raças como boxer, pug e bulldog. Eles têm mais dificuldade para trocar calor”, afirma Duarte. Como os cães transpiram pelo focinho, em dias quentes animais com esta característica podem ter mais dificuldade para respirar, para suar e até para dormir, pondera o veterinário. “Cerca de 90% dos casos de insolação e de problemas relativos ao calor que atendemos ocorrem com estes cachorros.”

Duarte orienta os donos de pets a evitarem ventilador incidindo diretamente no animal. “O proprietário faz isso com boa intenção, mas dependendo do cachorro, pode causar traqueíte”, diz ele. A traqueíte também é conhecida como “tosse canina” e é uma infecção das vias respiratórias.

Hidratação

Cães e gatos precisam beber mais água no verão, afirmam veterinários. No caso de passeios com cachorros, é bom oferecer a eles uma fonte de água a cada 15 ou 20 minutos, diz a médica veterinária Camilla Francisco, do pet shop Mercado Animal.

“Raças com peles mais sensíveis, como o pit bull, podem requerer passar um protetor solar antes dos passeios, mesmo nos horários com menos sol”, afirma Camilla. Ela ressalta que a indicação é usar protetor solar comum, o mais neutro possível, sem cheiro e cor. Há protetores específicos para cães e gatos nos Pet Shops.

Patas Queimadas

O veterinário do Hospital Cães e Gatos ressalta ocorrerem casos de cachorros que chegam com queimaduras na planta das patas, o chamado “coxim”, devido ao animal ter sido levado para passear por longos períodos em local com asfalto ou calçada em dia muito quente.

“Acontece com frequência. A gente orienta a levar o cachorro para uma área de grama, um parque”, diz Duarte. Estes locais são melhores para o cão passear e ajudam a evitar que os animais sofram queimaduras.

Aparar a pelagem do cachorro também é importante no verão, afirma Duarte. “Para os cachorros peludos, a orientação é fazer tosa se possível”, diz o veterinário.
“Outra coisa que acontece e é comum é o animal se jogar na piscina. Labrador, principalmente, se joga mesmo. Já pegamos animal afogado, com infecção no ouvido”, ressalta Duarte. É preciso tomar cuidado nestes casos, considera o veterinário.

Duarte ressalta que protetor solar em cachorro deve ser passado nas orelhas, principalmente nas bordas, e no focinho. “São os locais mais afetados”, diz ele. Com relação à exposição ao sol, a veterinária do Mercado Animal avalia que bichos com pelagem clara, pelos mais curtos e os albinos são os mais suscetíveis.

“Bull terrier, pit bull costumam ter pelos mais brancos, e já têm uma predisposição genética para ter dermatopatias [doenças de pele]“, diz a especialista. Outras raças que exigem cuidados com o sol são dálmatas, lhasa apso e shih tzu, assinala Camilla.

Cuidados com Gatos

Os gatos em geral exigem menos cuidados porque não precisam ser levados para passear, afirma Camilla. “Eu deixaria a água corrente, em torneiras ou outras fontes, abertas por mais tempo do que o normal”, diz ela, referindo-se à hidradação dos bichos.

Para fazer o animal beber mais água, uma dica é deixar duas ou três fontes de água corrente em casa, afirma o veterinário do Hospital Cães e Gatos. “Dobra a quantidade de água que ele toma, se deixar o líquido em movimento”, afirma.

Texto adaptado de G1 (Globo.com)

Nossa comida x Comida dos animais
Nossa comida x Comida dos animais

Olhar irresistível de seu bichinho enquanto sua família faz uma refeição: e agora, o que fazer? Não há outra solução, é ser forte e resistir, pois o organismo dos animais é bem diferente do ser humano, chegando à disparidade de um simples chocolate poder até matá-lo. Por isso, se deseja oferecer algo diferente de ração, busque saber sobre os efeitos que tal alimento pode trazer ao organismo de seu pet.

Alguns veterinários defendem que, no lugar de ração, deva ser dado somente alimentos naturais. Já outros, defendem que somente deve ser dada ração, por já conter todos os nutrientes necessários. Independente de que visão se veterinário adote, é necessário também observar o seu tempo: há disponibilidade de tempo para fazer alimentos naturais para seu pet, tendo em vista que rapidamente estragam?

Aos que desejam iniciar a dieta ração + alimentos, é preciso cuidado e muita disposição para prepará-los da maneira correta (sem condimentos) e oferecê-los religiosamente ao animal, sempre observando a validade. “É imprescindível ter organização e disciplina. Dá para preparar as porções rapidamente e congelar por 20 a 30 dias, o que agiliza tudo. Mas é importante se programar para comprar os alimentos e prepará-los, montar as refeições usando sempre balança digital de cozinha (para ficar dentro do indicado, sem oferecer a mais ou a menos) e se comprometer a seguir as orientações para a dieta. Nada de começar fazendo tudo certinho e depois ir ‘descambando’, deixando de pesar as refeições, oferecendo alimentos inapropriados”, explica Sylvia Angélico, veterinária e autora do site Cachorro Verde.

De acordo com a especialista, se você optar por dar ração ao seu cachorro ou gato, pode complementar a nutrição com 10% de comida natural – muito bem selecionada, claro. Então, se seu bichinho come 300g de ração por dia, está liberada uma porção de 30g de outros alimentos (sempre lembrando-se de observar quais aliemtnos não fazem mal). Mais do que isso resulta em um desequilíbrio, porque a comida industrial tem a fórmula calculada para fornecer as quantidades diárias dos elementos nutricionais de que o animal precisa, não necessitando de um complemento.

Pode/Não Pode

Confira abaixo uma listagem do que pode e o que não pode ser dado:

Não Pode:

  • Cebola: possui uma substância capaz de causar anemia nos animais;
  • Leite: maioria dos pets possui intolerância à lactose;
  • Chocolate: pode gerar problemas cardíacos e neurológicos;
  • Sementes de maçã: possuem cianeto, substância que faz bastante mal ao estômago;
  • Ossos cozidos: podem vir a perfurar o estômago de seu animal. Opte por osso cru;
  • Uvas e passas: danos renais.
  • Batatas cruas: podem causar problemas intestinais, em virtude da solamina;
  • Alimentos com açúcar e farinha branca: não possem nutrientes e somente “incham” o animal;

Pode (sempre limitando a quantidade):

  • Osso cru: fonte de cálcio, além de contribuir na limpeza dos dentes e servir para divertir o pet;
  • Carne: bastante proteína e fósforo;
  • Frutas (exceto as citadas acima): além de serem deliciosas, possuem vitaminas;
  • Legume: também fonte de vitaminas;
  • Víscera: rica em vitamina B e ferro;
  • Ovo: muita vitamina, além de alto valor biológico;
  • Peixe: baixíssimo teor de gordura, além de possuir um misto de minerais e vitaminas;
  • Cereal cozidos: fonte de proteína;

Texto adaptado de PetMag

Qual escolher: Machinho ou Fêmea?
Qual escolher: Machinho ou Fêmea?

A forma mais sábia de escolher o sexo do seu futuro cãozinho, é analisando cuidadosamente as características de cada gênero, e, principalmente, conhecendo que tipo de mudanças de comportamento e hábitos, o desenvolvimento hormonal pode trazer ao seu filhote.

A primeira coisa a fazer é acabar com certos mitos. Era comum há algum tempo se achar que a fêmea só dava trabalho: tinha o problema do cio; podia ficar prenha; não era tão boa guarda, por não ser tão agressiva, etc. Outra crença comum era a de que as alterações hormonais na época do cio faziam com que a fêmea ficasse “histérica” e hipersensível. Em outras palavras: A fêmea era considerada um problema. Só de uns tempos para cá é que tais mitos foram caindo, a verdade foi aparecendo, e começou-se a perceber que nem o macho é tão fácil assim, nem a fêmea é tamanho transtorno. Os dois sexos têm vantagens e desvantagens, e a questão é qual o perfil que mais se adapta a você.

De fato as fêmeas entram no cio duas vezes por ano, e isto pode ser complicado se você morar num apartamento; ou ainda se você morar num local onde sua fêmea não tenha como ficar separada dos “pretendentes” que podem aparecer à sua porta.

Sabendo disso, as petshops estão cheias de opções interessantes para resolver tais incômodos. Existem calcinhas higiênicas especialmente feitas para as cadelinhas que moram em apartamentos usarem “naqueles dias”. Estas calcinhas são super absorventes, e impedem que seus móveis e tapetes fiquem sujos de sangue.

Outra boa opção é usar um spray anticheiro na cadelinha. Este spray costuma disfarçar o cheiro do cio, fazendo com que cães de outras casas próximas não percebam que há uma cadela no cio por perto. Tudo isso, é claro, não dispensa você de cuidar para que sua “menina” fique longe dos garanhões, mas já ajuda bastante. O ideal mesmo é ter um quintal fechado, ou pelo menos um canil, para evitar acidentes.

Esta dita “histeria” que acometeria a fêmea sempre que estivesse no cio também é lenda. É fato que certas fêmeas podem ter seu comportamento alterado em função das alterações hormonais. Porém, tais fêmeas fazem parte de uma minoria, e mesmo estas nem sempre sofrem de histeria. Algumas ficam mais quietas, outras mais irritadiças, outras ainda mais melancólicas, e, sem dúvida algumas ficam muito alteradas. Porém isto é uma exceção à regra. A chamada “Gravidez Psicológica” também pode acometer algumas fêmeas, mas também estamos falando de uma minoria. A grande maioria passa por este período sem maiores problemas.

Já os machos não têm cio, porém é comum que eles fujam de casa atrás das fêmeas quando estas entram nesta fase de reprodução. Atraídos pelo cheiro do cio, eles escapam de suas casas, e quando se dão conta já estão em regiões absolutamente desconhecidas. Muitos deles, inclusive, não conseguem voltar para casa depois. Portanto, se você se decidir por ter um macho, nunca se esqueça de colocar uma placa nele com a identificação e o seu telefone. Desta forma você dá a oportunidade para que alguém possa entrar em contato, para informar onde está o seu cão.

Um problema comum, também, na época de acasalamento é a disputa entre os machos pela fêmea. Se há vários machos e só uma fêmea, estes machos vão brigar entre si para estabelecer quem é o líder, e, por conseqüência, quem tem direito a copular com a fêmea em primeiro lugar. Estas disputas são terrivelmente desgastantes para os machos, pois costumam durar vários dias. Além disso, neste período o macho nem mesmo se alimenta. Conclusão: quando este cão volta pra casa, você tem de volta um macho todo machucado, fraco, e, invariavelmente precisando de uma visita urgente ao veterinário.

A questão da demarcação de território é outra questão delicada relativa ao macho. Apesar de não ser compulsório, tal comportamento é perfeitamente normal e esperado de um cão macho adulto. É uma questão hormonal, e não de educação. No mundo canino, os machos líderes costumam demarcar seu território (com uma secreção de cheiro bastante forte) para mostrar que tal território já tem dono. Este comportamento, porém, não é uma regra. Muitos cães não apresentam tal comportamento seja por não serem líderes natos, por não compartilhar territórios com outros cães; ou ainda por não serem socializados. Além disso, na maioria dos casos este comportamento pode ser controlado e possivelmente eliminado, desde que seja trabalhado assim que começa a se manifestar.

Quem é o melhor guarda?

Outro mito bastante difundido é o de que o cão macho é melhor cão de guarda que a fêmea. Tal mito deve estar ligado à idéia de que um bom cão de guarda deve ser necessariamente muito agressivo, e por uma questão hormonal, os machos são sabidamente mais agressivos que as fêmeas. Em primeiro lugar, o bom cão de guarda não precisa ser agressivo, ele precisa ser valente. Além disso, é certo que muitas fêmeas podem ser muito mais valentes que muitos machos. Não é o sexo do cão que vai determinar sua valentia, mas sim o seu temperamento.

Há aqui uma diferença interessante: as fêmeas costumam guardar as pessoas; os machos guardam o território. Tal diferença provavelmente se dá devido à sua vida selvagem, onde os machos cuidam do território, e as fêmeas dos filhotes e membros mais fracos da matilha.

Outra questão a se abordar na questão da guarda, é que os cães machos podem ser facilmente distraídos se for jogada uma fêmea no cio (ou mesmo simplesmente jogando-se um pano com cheiro de cio) no terreno que ele guarda. O instinto de reprodução é muito forte, e se sobrepõe a todos os outros. Tal macho abandonará seu posto sem pestanejar, indo atrás da fêmea. Já as fêmeas dificilmente podem ser ludibriadas tão facilmente, inclusive por serem mais desconfiadas.

É bom deixar claro que não estou aqui para crucificar os machos e fazer a apologia das fêmeas, só estou colocando claramente que muitos mitos não têm qualquer fundamento.

Em favor dos machos devo falar da sua inegável beleza. Na grande maioria das espécies animais, o macho é infinitamente mais bonito que a fêmea. Como em muitos casos temos muitos machos para poucas fêmeas receptivas, a competição entre eles é muito mais acirrada, fazendo com que em muitas espécies tenhamos machos lindíssimos, e fêmeas absolutamente sem graça. O pavão é um ótimo exemplo: alguém se lembra de ter visto uma fêmea??? Provavelmente não, mas todos nos lembramos daquele “leque” maravilhoso que só os machos têm. No mundo canino não seria diferente. O macho é muito mais forte, robusto; tem um porte mais bonito; e um ar de majestade que a fêmea nem sonha em ter. E, como dizia o nosso querido Vinícius de Moraes “as feias que me desculpem, mas beleza é fundamental”. Frase difícil de negar.

Outra diferença Importante a ser considerada: é muito mais fácil termos um macho-brigão do que uma fêmea brigona. As fêmeas costumam estabelecer a liderança entre elas de forma mais rápida, clara e muito mais duradoura. Ao contrário dos machos, as fêmeas não costumam desafiar a fêmea-líder para tomar-lhe a liderança. Uma vez estabelecida a hierarquia, esta durará muitos anos, ou até que esta fêmea-líder não tenha mais condições físicas para manter este posto. Só então ela será destronada. Isto acaba por determinar um comportamento social muito tranqüilo e menos competitivo entre as fêmeas. E, como é muito improvável que um macho a ataque, se ela for bem socializada, e souber respeitar as regras do mundo canino, não terá muitos problemas nas ruas e praças na companhia de outros cães. Já no caso de um macho, este relacionamento social pode mudar radicalmente quando ele entrar na puberdade.

Uma questão muito importante a ser considerada é que muito dos comportamentos, e características descritas aqui são devidos ao desenvolvimento hormonal dos cães. Por isso mesmo, muitos deles podem ser evitados, ou ainda controlados, através da castração do cão.

Uma escolha bem feita é aquela feita sobre dados reais, e não sobre mitos. Para descobrir qual é a sua escolha ideal, você precisa analisar racionalmente tais características, e ver quais delas serão mais penosas para você. Pense, e escolha sem pressa. Este é um relacionamento que deve durar no mínimo 10 anos, portanto, é necessário todo cuidado nesta escolha.

Boa sorte!

Créditos: Maíce Costa Carvalho

Labrador em Fortaleza
Labrador em Fortaleza

Filhote de Labrador em Fortaleza

Labrador em Fortaleza

Labrador em Fortaleza

O Labrador Retriever, popularmente conhecido apenas pelo nome Labrador, é uma raça canina de grande porte, dócil e agitada, bem parecida com o Golden Retriever, porém, de pêlos curtos (diminuindo os problemas com pelagem) e com uma socialização excelente com crianças.

Ideal para quem gosta de uma companhia brincalhona, tem espaço em sua residência e disponibilidade de tempo para passear com o animal, o Labrador cativa a todos com seu carinho e fidelidade.

Bastante inteligente, com grande frequência exemplares da raça aparecem em filmes, sendo mais comuns em longas de ação e/ou comédia, devido ao seu comportamento amigável e energia de sobra.

Os Labradores também são muito utilizados como cães-guia, sendo bastante comum ver algum Labrador Retriever guiando um cego (deficiente visual), dadas suas excelentes características e seu prazer constante em passear.

Com cães da raça Labrador não tem isso de idade. São ótimos para crianças, (grandes e fortes), para jovens (gostam de passear), para adultos (ótima companhia) e para idosos (atenciosos e carinhosos).

Venda de Labrador em Fortaleza

A Baby Dog trabalha com venda de filhotes de Labrador nas cores Dourada, Preta e Chocolate. Caso tenha interesse, entre em contato conosco, ou faça uma visita sem compromisso em nossa loja do bairro Edson Queiroz para conhecer estes lindões:

  • Avenida Washington Soares, 2155 – Lojas 17 e 18
    Tel: (85) 3273-1488

Referência: Em frente ao Ceará Auto Shopping e à Citröen. Do mesmo lado do Fórum e da Unifor.

Veja o Mapa: http://bit.ly/ChegarBDEdsonQueiroz

Como Chegar

  • Sentido Iguatemi-Eusébio
    Segue na Avenida Washington Soares até a Tok Stok. Faz o retorno na Tok Stok e volta pela Avenida Washington Soares. A loja estará logo em frente ao Ceará Auto Shopping e a Citröen, pouco depois de onde geralmente fica um Parque de Diversões. É uma loja em um shopping aberto e possui uma placa azul.
  • Sentido Eusébio-Iguatemi
    Segue na CE-040, que mais a frente será chamada de Avenida Washington Soares. A loja estará em frente ao Ceará Auto Shopping e a Citröen. É bem visível e possui uma placa azul. Fica em um shopping aberto.

Dúvidas sobre Labrador em Fortaleza

Caso tenha ainda alguma dúvida sobre a raça Labrador Retriever, clique aqui.

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